No verão 2007/2008, notícias veiculadas na grande imprensa davam conta de que o Brasil vivia o risco iminente de uma epidemia de febre amarela. Mas, uma pesquisa realizada na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP mostra que o “discurso” das reportagens e artigos publicados foi equivocado. “O país vivia uma epizootia, que caracteriza a manifestação contagiosa da doença em animais, e não uma epidemia”, aponta a jornalista Cláudia Malinverni, tratando o ocorrido como uma “epidemia midiática”.
- Veja aqui a matéria completa publicada na Agência USP de Noticias de hoje.
Fonte: Boletim da Agência USP de Notícias - 14/02/2012.