Que Alimento é Esse? Amora

A amora-preta faz parte do gênero Rubus, que possui mais de 700 espécies, podendo ser de porte ereto ou rasteiro. No Brasil, essa planta foi introduzida em 1972, na Região Sul. Por preferir temperaturas mais amenas, se adaptou bem a essa região de clima temperado.

A amoreira que mais vemos no Brasil é a de porte ereto, seu fruto quando não maduro é de cor esverdeada, atingindo uma cor roxa-escura ao amadurecer. A amoreira é uma planta de fácil manejo, que não exige muito custo para sua produção, o que seria uma ótima opção para o cultivo na agricultura familiar orgânica. Porém, é uma fruta muito delicada e sensível, assim, logo após a colheita, tende a perder qualidade, por isso, é uma fruta pouco comercializada em estado fresco, pois dificilmente resistiria ao transporte e armazenamento.

Mas, pelo menos em São Paulo, é muito comum encontrar amoreiras pela cidade. Agora em outubro/novembro que é época, é só olhar para o chão e se tiver tingido de manchas roxas, provavelmente tem um pé de amora por perto. Além de poder comê-las in natura, há várias preparações que podem ser feitas, como sorvetes, smoothies, geleias, caldas para tortas, cheesecakes e muffins.

A amora é um alimento que possui antioxidantes, principalmente antocianinas. Também contêm vitamina C, vitamina E e carotenoides.

Use a criatividade e teste alguma receita!
.
.
.

#Sustentarea #QueAlimentoÉEsse #amora #amoreira #ComidadeVerdade #AlimentaçãoSaudável #AlimentaçãoSustentável #antioxidante #alimentos #Nutrição

• Bibliografia:

Brasil. Ministério da Saúde. Alimentos regionais brasileiros / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – 2. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2015.

Cia, P., Urbano Bron, I., Regina de Toledo Valentini, S., Pio, R., & Alves Chagas, E. (2007). Atmosfera modificada e refrigeração para conservação pós-colheita da amora-preta. Bioscience Journal, 23(3).

Jacques, Andressa Carolina; Zambiazi, Rui Carlos. Fitoquímicos em amora-preta (Rubus spp) Semina: Ciências Agrárias, vol. 32, núm. 1, enero-marzo, Universidade Estadual de Londrina, Brasil, 2011 pp. 245-259