Metodologia
Desenho e população de estudo
Trata-se de estudo de corte transversal, realizado através de inquérito domiciliar de base populacional. Serão coletadas informações de pessoas não institucionalizadas residentes no município de São Paulo.
Plano de Amostragem
Para a realização do inquérito será utilizada amostragem estratificada em dois estágios: setores censitários e domicílios. Os estratos serão as seis Coordenadorias de Saúde do Município de São Paulo: Norte, Centro, Oeste, Sudeste, Sul e Leste.
Para fins de planejamento da amostra, estima-se um total de 5.000 entrevistas e serão considerados quatro domínios de estudo: adolescentes (10 a 19 anos de idade), adultos do sexo masculino (homens de 20 a 59 anos de idade), adultos do sexo feminino (mulheres de 20 a 59 anos de idade) e idosos (60 anos ou mais de idade).
Entrevistas
O questionário da pesquisa incluirá conjuntos temáticos sobre: condições socioeconômicas do entrevistado, características da família e domicílio, morbidade nos últimos quinze dias, utilização de serviços de saúde, utilização de medicamentos, saúde mental, doenças crônicas, com ênfase em hipertensão e diabetes, deficiências físicas, práticas preventivas: câncer de mama, de colo de útero, de próstata e de colón, e presença de animais no domicílio permitindo comparações com os dados dos Inquéritos de Saúde realizados anteriormente no Município de São Paulo – ISA-Capital 2003, ISA-Capital 2008 e ISA-Capital 2015.
A seleção dos instrumentos que compõe o questionário foi guiada pelos critérios de adoção, sempre que possível, de instrumentos e conteúdos utilizados em inquéritos nacionais como as PNADs, PNS, INCA-MS, e instrumentos previamente validados no Brasil, e avaliados quanto à qualidade e potencialidade dos indicadores e variáveis gerados.
As entrevistas serão aplicadas nos domicílios, por entrevistadores treinados, diretamente à pessoa sorteada.

Ética em pesquisa
O presente trabalho encontra-se aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (Número do Parecer: 5.994.234) e ao Comitê de Ética da Secretaria Municipal de Saúde (Número do Parecer: 6.109.591) mediante o sistema Plataforma Brasil do Ministério da Saúde.
