“O encurtamento desnecessário da gravidez tem efeito sobre a mortalidade neonatal e a morbidade neonatal e materna, além de efeitos de longo prazo sobre doenças crônicas nos nascidos, incluindo o desenvolvimento neuro-cognitivo. Pela sua alta prevalência no caso brasileiro, gravidade e evitabilidade (possibilidade de controle), trata-se de um relevante e subestimado problema de saúde pública”. A citação está no artigo “Dias potenciais de gravidez perdidos: uma medida inovadora da idade gestacional para avaliar intervenções e resultados de saúde materno-infantil”, que é tema de matéria publicada no blog Maternar, de Melina Cardoso, hospedado no site da Folha de S. Paulo.
“Parto antecipado pode ocasionar déficit de atenção e queda no rendimento escolar, aponta pesquisa” é o título da matéria, que conta com entrevista concedida pela Profa. Simone Diniz, autora principal do artigo. Simone é docente do Departamento de Saúde, Ciclos de Vida e Sociedade e vice-diretora da FSP-USP.
“Os desfechos negativos vão desde os relacionados à maturidade pulmonar, deixando [o bebê] menos alerta, com menos condição de interagir com a mãe na primeira hora, até consequências futuras, como atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, queda no rendimento escolar, aparecimento de doenças psiquiátricas e surgimento de doenças metabólicas como diabetes, por exemplo”, traz o texto.
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