O Brasil não conseguiu cumprir o compromisso internacional para a redução de 75% das mortes maternas até 2015. A meta era se limitar a 35 óbitos por 100 mil nascidos vivos, mas a taxa ficou em 62 por 100 mil nascidos vivos e, em 2016, subiu para 64,4.
O Jornal da USP no Ar conversou com a doutora Carmen Simone Grilo Diniz, docente do Departamento de Saúde, Ciclos de Vida e Sociedade e Vice-Diretora da Faculdade de Saúde Pública da USP, sobre os motivos que levaram a esses números e as recomendações necessárias.
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Fonte: Portal da USP – Por Redação – Editorias: Atualidades, Rádio USP, Jornal da USP no Ar