Professor da Faculdade de Saúde Pública da USP discute possibilidades de reformulação e reorganização do campo da saúde

O ensaio “Não defender o indefensável: elementos para uma abordagem cosmopolítica e antirracista da saúde pública no fim do mundo”, escrito por José Miguel Nieto Olivar, professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, foi publicado na revista Saúde e Sociedade. Trata-se de um texto teórico que propõe repensar os fundamentos da saúde pública contemporânea. O trabalho discute os limites do modelo tradicional de saúde pública diante das crises sociais, ambientais, políticas e raciais atuais, que o autor chama de cenário de “fim do mundo”.

José Olivar analisa a estrutura e o funcionamento cotidiano do sistema de saúde e trata de possibilidades para sua reformulação e reorganização. O texto foi desenvolvido como um ensaio teórico e crítico, baseado em revisão de literatura. A principal tese do ensaio é que não basta reformar tecnicamente o sistema de saúde, é necessário reimaginar o próprio campo da saúde pública, incorporando perspectivas sociais. O autor defende a abertura de espaço para novas formas de pensar o cuidado.

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Divulgação: Camila Montagner

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