Farinhas-de-feira-Apresentacao-169

Você sabe o que as farinhas de mandioca e as feiras têm em comum?

As feiras são espaços historicamente construídos por pequenas e pequenos produtores para que pudessem escoar sua produção, trocar produtos e fazer parceiros.

 

Foto: Wagner Almeida
“Olha a farinha, olha a farinha. Essa é de Bragança! Pode provar meu amor, pode provar”

A farinha é um importante alimento na mesa dos brasileiros, inclusive como o principal ingrediente do prato em alguns locais, e é também protagonista nas feiras, especialmente pelo contato direto entre o consumidor e o vendedor.

Nas barracas da feira

Um punhado de farinha é retirado de cada saca:

– Gostou? Está torradinha? Quer experimentar mais alguma?

Assim se inicia uma troca de relações entre cliente e feirante. Nesse vai e vem de degustação, uma conversa aqui e ali sobre aquela farinha, são criados os laços de proximidade

As farinhas possuem histórias e elementos próprios dos sujeitos sociais que são reforçados a partir do compartilhamento das experiências, de quem produz, vende e consome.

A farinha não pode faltar na mesa dos paraenses, por exemplo, já que ela está presente nos pratos do dia a dia, com peixes, carnes e, principalmente, com o açaí.

Na feira do Ver-o-Peso isso não é diferente, já que a farinha, assim como os seus subprodutos – tucupi, goma (tapioca) e maniva (folha de mandioca), vem principalmente da agricultura familiar.

Foto: Geraldo Ramos

Que tal saber mais sobre as farinhas de feira na Cartinha da Rainha de junho?

Na publicação, você verá como é a relação dos feirantes com as farinhas e vai conhecer um pouco mais sobre o complexo do Ver-o-Peso, em Belém.

Post por Alice Medeiros (@ams.bio)

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