ODS 17 Parcerias (11) (1)

ODS 17 | Parcerias e meios de implementação

Já está disponível o 16º episódio da segunda temporada do podcast Comida que Sustenta. 

Neste episódio conversamos sobre o ODS 17 – PARCERIAS E MEIOS DE IMPLEMENTAÇÃO

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ODS 17 Parcerias (11)

Convidados

Lívia Machado Costa

Doutoranda na Universidade da Califórnia - Irvine. É fundadora e editora da Shumian, plataforma digital sobre a relação China e a América Latina.

Virginia Antonioli

Gestora ambiental (EACH-USP) e eng. ambiental (Universidade Anhembi Morumbi). Líder da agenda de Produção e Consumo Sustentável do WWF-Brasil.

Mônica Rocha

Nutricionista, consultora da Associação Brasileira de Nutrição, doutoranda em Nutrição em Saúde Pública pela FSP/USP e mentora do Sustentarea.

Materiais

Clique e saiba mais sobre os tópicos abordados em cada quadro do episódio!

Neste episódio abordamos uma notícia:

“Brasil ainda tem 35,5 milhões de pessoas sem acesso à internet”.

Para desvendar ponto a ponto, veja a matéria na íntegra | www.poder360.com.br/tecnologia/brasil-ainda-tem-355-milhoes-de-pessoas-sem-acesso-a-internet/

 

Saiba mais:

• Nexo Edu | www.nexojornal.com.br/edu/ 

Nexo Políticas Públicas | pp.nexojornal.com.br/ 

Nexo + Cátedra Josué de Castro | pp.nexojornal.com.br/parceiros/sobre/Ca%CC%81tedra-J.-CastroUSP 

Ponto Futuro | www.nexojornal.com.br/pontofuturo 

A falta de letramento digital na educação dos brasileiros – Época Negócios | epocanegocios.globo.com/colunas/Lifelong-Learning/noticia/2022/03/falta-de-letramento-digital-na-educacao-dos-brasileiros.html 

Quer saber mais sobre o ODS 17?

1. Publicação especial do Sustentarea sobre o ODS 17 | www.fsp.usp.br/sustentarea/2020/12/17/ods-17-parcerias-para-os-objetivos/

2. ODS 17 e as nossas parcerias | www.fsp.usp.br/sustentarea/2020/12/18/ods-17-e-as-nossas-parcerias/

3. Acompanhe as métricas no Brasil | odsbrasil.gov.br/objetivo/objetivo?n=17

 

Outros materiais

Plataforma independente que busca aprofundar a relação entre a China e a América Latina | shumian.com.br/ 

Saiba mais:

• Acompanhe o Trabalho do WWF Brasil 
Instagram | www.instagram.com/wwfbrasil/ 
Site | www.wwf.org.br/

• Artigo “Measuring food systems sustainability in heterogenous countries: The Brazilian multidimensional index updated version applicability” | onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/sd.2376 

Receita | GRANOLA CASEIRA

 

Ingredientes:

2 ½ xícaras (chá) de cereais em flocos

Sugestão: aveia, arroz, centeio, quinoa, amaranto, flocos de milho

1 xícara (chá) de sementes

Sugestão: girassol, abóbora, gergelim, linhaça, 

1 xícara (chá) de castanhas

Sugestão: castanha-de-caju, do pará, amêndoa, baru ou amendoim 

1 xícara (chá) de frutas desidratadas 

Sugestão: uva passa, ameixa seca, banana passa

4 colheres (sopa) de óleo vegetal

Sugestão: azeite ou óleo de coco

4 colheres (sopa) de melado ou  2 colheres (sopa) de açúcar

temperos a gosto: canela, baunilha, etc

1 pitada de sal

 

Modo de Preparo:

1. Em uma travessa, espalhe todos os ingredientes e leve ao forno pré aquecido à 180ºC até que ela fique crocante e dourada, mexendo de vez em quando para que não queime;

 

Dicas:

• Ótima combinação para o café da manhã, junto com iogurtes, na salada de frutas ou com frutas amassadas e para o lanche da tarde;

• Boa opção para o lanche da tarde, acompanhada de mingau;

• Para a versão salgada, retire o melado/açúcar da receita e aumente o sal de acordo com o seu gosto e adicione especiarias como açafrão, pimenta, noz moscada;

• A versão salgada vai muito bem nas saladas, por cima do kibe.

 

Fonte: Mônica Rocha
Instagram | @comidacoisaetal/ 

 

Ficha Técnica

O Comida que Sustenta é uma produção do Sustentarea, com apoio da pró-reitoria de cultura e extensão Universitária da USP

 

Coordenação

Nadine Marques

Apresentação

Pâmela di Christine

Apoio à pauta, roteiro e pesquisa

Nadine Marques, Mariana Hase Ueta e
Pâmela di Christine

Curadoria de receitas

Danielle Freitas 

O Sustentarea é coordenado por Aline Martins de Carvalho e Dirce Marchioni, professoras do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da USP.

Edição

José Vieira dos Santos Júnior

Locução de vinhetas

Daniela Vianna

Trilhas sonoras

Daniela Vianna e Fernando Kuraiem

Materiais de divulgação

Larissa Leal, Valentina Moreira e Gabriele Bernardoni

#16 Paz, justiça e instituições eficazes - facebook e página (1)

ODS 16 | Paz, justiça e instituições eficazes

Já está disponível o 16º episódio da segunda temporada do podcast Comida que Sustenta. 

Neste episódio conversamos sobre o ODS 16 – PAZ, JUSTIÇA E INSTITUIÇÕES EFICAZES

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#16 Paz, justiça e instituições eficazes - facebook e página

Convidados

Senilde Alcantara Guanaes

Professora da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA)

Giovanna Kuele

Cientista política e pesquisadora do Instituto Igarapé.

Melissa Tarrão

Coordenadora de projetos culturais - Instituto Musical Asafe

Materiais

Clique e saiba mais sobre os tópicos abordados em cada quadro do episódio!

Neste episódio abordamos um discurso mentiroso:

“Os índios querem fazer o garimpo do ouro das suas terras, do diamante, dentro da legalidade”.

Para desvendar ponto a ponto, veja a matéria na íntegra | infoamazonia.org/2022/04/14/amazonia-inventada-70-milhoes-de-visualizacoes-no-youtube-cliques-e-dinheiro-em-videos-que-desinformam-sobre-a-floresta-e-os-povos-indigenas/ 

Saiba mais:

Vídeo no YouTube | www.youtube.com/watch?v=Jcw8xFnehkM

Site do “mentira tem preço” |  mentiratempreco.infoamazonia.org/ 

Quer saber mais sobre o ODS 16 – Paz, justiça e instituições eficazes?

1. Publicação especial do Sustentarea sobre o ODS 16 | https://www.fsp.usp.br/sustentarea/2020/12/14/ods-16/

2. Acompanhe as métricas no Brasil | https://odsbrasil.gov.br/objetivo/objetivo?n=16

Saiba mais:

• Acompanhe o Instituto Icarapé | igarape.org.br/ 

Receita | COUVE COM OVOS MEXIDOS

 

Ingredientes:

1 colher (sopa) de manteiga/margarina

1 dente de alho picado

½ cebola média picada

5 ovos inteiros

1 maço de couve manteiga cortada em tiras médias e sem o talo

sal e temperos a gosto

 

Modo de Preparo:

1. Em uma panela ou frigideira, frite o alho e a cebola na manteiga até dourar (não pode deixar queimar);

2. Adicione os ovos e mexa bem até que vire uma farofa e os ovos estejam bem fritos; 

3. Coloque a couve e mexa por +/- 30 segundos, tampe a panela e deixe abafada por 1 minuto e está pronta!

 

Fonte: Mari Camilo
Instagram: @mari.camilo.1439

 

Ficha Técnica

O Comida que Sustenta é uma produção do Sustentarea, com apoio da pró-reitoria de cultura e extensão Universitária da USP

 

Coordenação

Nadine Marques

Apresentação

Pâmela di Christine

Apoio à pauta, roteiro e pesquisa

Nadine Marques, Mariana Hase Ueta e
Pâmela di Christine

Curadoria de receitas

Danielle Freitas 

O Sustentarea é coordenado por Aline Martins de Carvalho e Dirce Marchioni, professoras do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da USP.

Edição

José Vieira dos Santos Júnior

Locução de vinhetas

Daniela Vianna

Trilhas sonoras

Daniela Vianna e Fernando Kuraiem

Materiais de divulgação

Larissa Leal, Valentina Moreira e Gabriele Bernardoni

Design sem nome

O brasileiro está comendo menos carne – e porque não temos o que comemorar​

Sim, esta é a página do Sustentarea! E você não leu o título errado.

Em um primeiro momento essa chamada pode soar estranha, mas você vai entender o motivo de não comemorarmos a diminuição do consumo de carne pelos brasileiros.

Sabemos que a criação massiva de gado causa grande impacto ambiental. São emitidos cerca de 44 kg de CO2 para a produção de 1 kg de carne bovina, por exemplo. Logo, por que não considerar a redução de seu consumo como algo positivo?

A diminuição da ingestão de carne está associada à redução do poder de compra do brasileiro e, em última instância, à insegurança alimentar.

A Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) de 2017-2018 já apresentava esse panorama. A população em segurança alimentar teve uma aquisição anual de cerca de 23 kg de carne por pessoa, enquanto aqueles em insegurança alimentar grave obtiveram quase 9 kg a menos.

Esse cenário, já alarmante, foi intensificado pela pandemia de COVID-19. Houve uma escalada sem precedentes na prevalência de insegurança alimentar no país – atualmente são 33,5 milhões de brasileiros em situação de fome, de acordo com os dados do II VIGISAN. Esta pesquisa também mostrou que dentre aqueles em insegurança alimentar moderada ou grave, quase 40% relataram ter reduzido o consumo de carne, e 70,4% sequer chegaram a comprar esse alimento nos três meses anteriores à pesquisa.

E sob o ponto de vista ambiental? Essa redução trouxe algum benefício?

Não! Em julho de 2022, de acordo com dados da Comex Stat, plataforma do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o Brasil exportou mais de 2,21 bilhões de dólares em carnes e seus subprodutos, até então o maior valor para este ano – Janeiro foi o menor valor, com $ 1,49 bilhões. Em dezembro de 2018, por exemplo, período em que a ingestão de carne já havia sido reduzida, a exportação de carnes e subprodutos foi de $ 1,18 bilhões. Ou seja, houve um aumento considerável da exportação de carne, o que sugere que a sua produção também foi aumentada, apesar de a população consumir menos desse alimento atualmente.

Dados mais antigos, da plataforma Trase, revelam que de 2015 a 2017 houve um aumento na produção de carne de mais de 108 mil toneladas. A POF que foi iniciada em 2017 já havia mostrado redução do consumo de carne, o que demonstra que mesmo naquela época esse aumento da produção não foi acompanhado do aumento do consumo pela população.

Esses dados indicam que a carne não deixou de ser produzida.

Muito pelo contrário. A sua produção tem sido aumentada e o impacto ambiental causado fica no país, mesmo que as pessoas sequer tenham acesso ao alimento. A ingestão de carne vermelha deve sim ser reduzida, mas isso deve partir da consciência de cada cidadão e cidadã. 

Falta de acesso aos alimentos não é - e nem deve ser - motivo de comemoração.

Esse post foi escrito por mim,

Alisson Machado, mentor do Sustentarea

nutricionista, mestre e doutorando em Ciências pelo Programa de Pós-Graduação em Nefrologia da Faculdade de Medicina da USP.

Trabalho principalmente com os temas: nutrição, dieta, doença renal crônica, saúde pública e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

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Creches como espaço de proteção, promoção e apoio ao aleitamento materno

Ouça esse texto através do áudio gravado por Ana Garbin

“É preciso uma aldeia inteira para criar uma criança.”

Esse potente e real provérbio africano já vale desde a gestação.

Afinal, cuidar de uma criança demanda tempo, amor, dedicação e, definitivamente, não é responsabilidade apenas da mãe. Essa nova família precisa de muito apoio emocional e auxílio nas tarefas básicas do dia a dia, já que a dinâmica muda significativamente.

É uma nova rotina que se soma a variações hormonais e aos desafios de garantir uma alimentação adequada ao desenvolvimento da criança seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde, juntamente com o UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e o Ministério da Saúde que é:

“amamentar a criança já na  primeira hora de vida e por 2 anos ou mais sendo que, nos primeiros 6 meses de idade, a recomendação é que ela receba somente o leite materno e depois desse período ele seja oferecido como complemento a outras refeições saudáveis”.

Já está mais do que provado pela ciência que o aleitamento materno traz diversos benefícios:

Para a Criança:

  • contribui para melhor nutrição da criança; 
  • menor risco de morte no primeiro ano de vida;
  • favorece o desenvolvimento de mecanismos para a proteção contra alergias e infecções como otites, pneumonia, diarreias;
  • previne doenças crônicas não transmissíveis como hipertensão, hipercolesterolemia, diabetes e obesidade em fases seguintes do curso da vida; 
  • propicia o desenvolvimento adequado da cavidade oral da criança, beneficiando a dentição saudável e a fala;
  • garante melhor desenvolvimento neurológico;
  • além de ser de fácil digestibilidade e não sobrecarregar o intestino e os rins do bebê.

A mãe que amamenta seu bebê também se beneficia com: 

  • melhora da evolução do puerpério, pois aciona o sistema hormonal que atua no fortalecimento do aparelho reprodutor feminino;
  • protege contra o câncer de mama, de ovário, endométrio, e diabetes tipo 2;
  • ajuda na perda de peso;
  • evita a osteoporose;
Imagem do Canva

Além de promover o vínculo afetivo entre mãe e filho.

E os benefícios não param nessa dupla.

Toda a sociedade é beneficiada já que a amamentação:

  • contribui para menor custo financeiro para as famílias, evitando despesas com fórmulas, mamadeiras, bicos, e gás de cozinha, água e energia elétrica;
  • promove a saúde integral tanto da mãe como da criança, prevenindo distúrbios nutricionais de grande impacto para a coletividade e para a saúde pública.
  • gera menos impacto ambiental, uma vez que não será necessária a mobilização de toda uma cadeia produtiva e de distribuição de fórmulas infantis e utensílios.

Mesmo com todos os benefícios que a amamentação traz para TODOS, amamentar tem sido praticamente um ato de resistência.

Uma família que opta por essa fonte natural de nutrição encontra desafios desde o nascimento desse bebê, já que muitas vezes não recebe, nem no hospital, um suporte adequado para ajustes iniciais tanto do bebê quanto da mãe que acaba sendo encorajada, de forma precoce e com frequência, a optar por alternativas ao leite materno.

O ambiente familiar, também pode ser carregado de influências das gerações que pouco amamentaram e que podem desestimulam essa mãe a amamentar, durante um período tão delicado como é o pós parto.

E as barreiras não param por aí…

As mulheres estão cada vez mais inseridas no mercado de trabalho, e seu retorno da licença-maternidade (quando ela possui o benefício), muitas vezes é acompanhado de desafios, angústias e de grande incidência de desmame precoce.

Nesse momento, a creche e os empregadores são, ou deveriam ser, uma importante rede de apoio,

Entretanto pouco se vê uma estrutura consolidada de incentivo à amamentação nesses espaços.

Podemos citar o desencontro entre a realidade das trabalhadoras brasileiras de possuírem apenas quatro meses de licença maternidade e a recomendação da OMS sobre o período de seis meses de aleitamento materno exclusivo.

Apesar deste evento ser um marco importante e que tem grande potencial de desmame precoce, as informações estatísticas relacionadas ao desmame no retorno ao trabalho são escassas.

Segundo o Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil, ENANI 2019, a prevalência nacional de crianças menores de seis meses em aleitamento materno exclusivo foi de 45,8%.

Ou seja, menos da metade das crianças brasileiras são amamentadas de forma exclusiva com leite materno no período recomendado pela OMS.

O estudo de Brasileiro e colaboradores (2010), realizado na cidade de Piracicaba (SP), investigou se programas de incentivo ao aleitamento materno ajudam a prevenir o desmame precoce entre filhos de mães trabalhadoras e concluiu que,

para uma boa relação entre essas mães trabalhadoras e os programas, o apoio por profissionais de saúde treinados nesses espaços fortalece a rede de apoio do aleitamento materno. 

Corroborando com essa pesquisa, outro trabalho, realizado por Almeida e colaboradores (2022)  avaliou a influência desse retorno ao trabalho em enfermeiras demonstrando que os principais motivos para esse desmame precoce podem estar relacionados com a:

  • falta de apoio no ambiente de trabalho;
  • a necessidade de local e tempo adequado para ordenha do leite materno;
  • a diminuição na produção de leite induzida pelos fatores inerentes ao trabalho;
  • bem como a sobrecarga e os ambientes insalubres em que estão inseridas. 

Dessa forma, a identificação desses dificultadores possibilita melhor compreensão e aponta para

necessidade de estratégias inovadoras, visando à garantia dos direitos e adequações laborais dos ambientes de trabalho.

Na análise de revisão literária de Gabriel e colaboradores (2021), evidenciou-se que

a falta de apoio de creches e inexistência de postos de coleta de leite materno dificultaram a manutenção da amamentação concomitante ao retorno da mulher ao trabalho, resultando no processo de desmame precoce.  

“O poder público, as instituições e os empregadores propiciarão condições adequadas ao aleitamento materno, inclusive aos filhos de mães submetidas à medida privativa de liberdade”.

artigo 9 do Estatuto da  Criança e do Adolescente (ECA)

Assim como outras políticas públicas que tocam esse tema como:

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) Art. 389 relata que os estabelecimentos com mais de 30 mulheres, são obrigados a conceder um espaço adequado, para que as empregadas guardem e assistam a seus filhos durante a amamentação.

No artigo 396 da CLT, a referência é em relação ao direito que a  lactante tem, de dois intervalos de 30 (trinta) minutos cada, para amamentar, até que o bebê complete os 06 meses de idade, ou a sair uma hora mais cedo do trabalho para amamentar.

Alguns municípios como São Paulo e Rio de Janeiro, através das Leis nº 16.161 de 13/04/2015 e nº 7.115/2015 respectivamente, garantem o direito à amamentação em qualquer estabelecimento público ou privado.

A Lei Federal nº13.872, de 17 de setembro de 2019, estabelece o direito das mães amamentarem durante a realização de concursos públicos, na administração pública direta e indireta dos Poderes da União (PALÁCIO, 2019). 

É possível observar avanços, porém  ainda não são suficientes para atender as necessidades, urgentes, das famílias.

Empregadores e creches precisam andar de mãos dadas no fortalecimento dessa rede de apoio, entretanto para as creches não existe uma legislação única e específica de incentivo e apoio a essas famílias quanto a amamentação.

Niterói (Lei Municipal 3.641/2021) e Sorocaba (Lei Municipal n° 11.679/2018), possuem legislação própria que regulamenta a presença de leite materno nos Centros Educacionais infantis (CEI’s), por meio do estabelecimento do direito de acesso das mães às creches públicas para amamentar seus bebês, bem como o direito de entregar o seu leite nas creches para oferta ao bebê.

Já o município de São Paulo possui um projeto de leite (PL 416/2016) que regulamenta a entrada das mães nas CEI’s para amamentar, extrair leite materno ou entregar leite materno, contudo este projeto ainda não foi votado. 

Junto com todos os esforços em prol desse incentivo existem também alguns desafios já que não são todos os CEI`s que estão familiarizados com essa rotina. 

Mesmo nos CEI’s que recebem capacitação e treinamento para o recebimento, é comum o relato de mães que tiveram alguma dificuldade para que o leite materno fosse aceito (tais como recusa à solicitação de encaminhamento médico ou de nutricionista para recebimento do leite materno). 

A saída tem sido através de algumas campanhas de incentivo e apoio como o selo CEI Amigo do Peito, que acontece no Município de São Paulo desde 2018 com o  fortalecimento, promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno na Rede Municipal de Ensino, através da participação em eventos, premiações, eventos científicos importantes e ações conjuntas com a Secretaria Municipal da Saúde (SMS).

CEI`s com esse selo:

  • garantem o livre acesso das mães a estrutura da creche;
  • disponibilizam espaços confortáveis e seguros para que essa mãe possa amamentar ou ordenhar o leite;
  • Possuem pias para que elas possam manipular esse leite em frasco tampado e identificado com o nome da criança e data da coleta. 
  • possuem refrigerador para armazenamento do leite na temperatura adequada
  • Encorajam as famílias na amamentação prolongada
  • Desencorajam o uso de bicos que podem confundir a criança

Existe a possibilidade de contato direto com os organizadores, por meio do e-mail ceiamigodopeito@sme.prefeitura.sp.gov.br em caso de sugestões ou dúvidas.

Indicadores levantados nessas Unidades de Educação Infantil da Cidade de São Paulo mostram avanços no último ano desse programa:

Imagens disponibilizadas pelo CODAE durante Webinar de entrega do Selo CEI Amigo do peito em 24/08/22

Os desafios se mostram ainda presentes, indicando bastante trabalho pela frente.   

Conforme mostra o resultado do monitoramento  das ações do CEI amigo do peito, o uso de mamadeira por bebês de 0 a 1 ano é ainda o principal utensílio para oferta de leite materno, prática que gera a confusão de bicos e muitas vezes o desmame precoce.

Imagens disponibilizadas pelo CODAE durante Webinar de entrega do Selo CEI Amigo do peito em 24/08/22

Essa demanda apontada pela Coordenadoria de Alimentação Escolar (CODAE)  direcionou a parceria com o coletivo organizador do Agosto Dourado-2022 da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP/USP) que, durante suas ações, colocou luz no papel das creches em fortalecer, educar e apoiar a amamentação, em consonância com a temática proposta pela Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM-2022).

A nutricionista Laís Folha Peccia, Mestre em Ciências pela FSP, representando o coletivo,  abordou o tema

“Utensílios para oferta de leite materno”

durante o Webinar de entrega do selo CEI Amigo do Peito 2022 da CODAE -Secretaria Municipal de Educação de São Paulo que contou com mais de 400 pessoas:

Para enfatizar ainda mais a importância de utilizar outros utensílios na oferta de leite materno de maneira segura, o coletivo, com o apoio do Leite Materno na Escola (LEME) e da Comissão de Cultura e Extensão (CCEx) da Faculdade de Saúde Pública (FSP/USP) criou um cartaz para ajudar as equipes dos CEI’s na manipulação de utensílios alternativos às mamadeiras, evitando assim o desmame por conta da confusão de bicos e de fluxo.

Clique na Imagem para fazer o Download do Cartaz distribuí-lo ajudando a fortalecer a rede de apoio à amamentação.

Durante o evento, também foi ao ar o episódio “Construindo redes de apoio na amamentação”  no podcast Saúde é Pública, da FSP:

Você também pode ouvir esse podcast no Youtube da FSP

Nele Viviane Laudelino, nutricionista de Unidade Básica de Saúde e criadora do Canal Maternidade sem Neura, junto com a Enfermeira Thaís Rojas e Juliana Luzio, nutricionista e consultora de amamentação no LEME dividem suas experiências pessoais e profissionais no quesito amamentar um bebê.

Além das escolas, gestantes, famílias, estudantes, profissionais de áreas diversas, receberam apoio para entender um pouco mais sobre quão essencial é a amamentação através de atividades como:

Flavia, filha da Jaqueline Lopes Pereira pinta o irmão Gabriel na Barriga da mãe durante Oficina de Pintura de Barriga conduzida por Celia Regina Maganha e Melo, Daniela Novais Higasa e graduandas em Obstetrícia da EACH/USP no Centro de Saúde Escola Geraldo de Paula Souza
Roda de conversa sobre como ter autonomia na sua história de amamentação nos tempos atuais conduzida pela Nutricionista Laís Folha Peccia no Centro de Saúde Escola Geraldo de Paula Souza
A Nutricionista Viviane Laudelino durante roda de conversa sobre introdução alimentar no Centro de Saúde Escola Geraldo de Paula Souza
Seminário: “O aleitamento materno no Brasil e o marketing de produtos que competem com a amamentação” que aconteceu no auditório João Yunes
Webinário: “ A importância do conhecimento sobre saúde materno infantil na graduação do profissional de saúde e a inserção desse tema nos projetos políticos pedagógicos dos cursos de nutrição, saúde pública e enfermagem da USP”.

Além disso, considerando que as pesquisas e as evidências científicas produzidas pela comunidade acadêmica são fundamentais para a promoção, proteção e apoio ao Aleitamento Materno, os organizadores do Agosto Dourado da FSP-USP compilaram algumas pesquisas mais recentes com o objetivo de difundir esse conhecimento.

As ações do Agosto Dourado 2022 – FSP USP  aconteceram em parcerias com diferentes setores como:

Divisão de Produção Digital da FSP-USP (DVPDIGI-FSP), 

Comissão de Cultura e Extensão Universitária (CCEx), 

Pelo Instagram do CRNutri você consegue acompanhar um pouco mais tudo que aconteceu e ainda irá acontecer no Agosto Dourado da FSP: https://www.instagram.com/crnutri/

Assim vamos finalizando esse mês, oficialmente instituído como mês do Aleitamento Materno no Brasil, pela Lei nº 13.435/2017, que reforça e intensifica as ações intersetoriais de conscientização e esclarecimento sobre a importância do aleitamento materno.

Por isso o Dourado do seu nome.

Para remeter ao padrão ouro de qualidade do leite materno. 

Foi em 1990, que a OMS e o UNICEF criaram a “Declaração de Innocenti”, impulsionando a fundação da Aliança Mundial de Ação Pró-Amamentação (WABA, em inglês) e em seguida a Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM) que a cada ano explora um tema e lança materiais que são traduzidos em 14 idiomas com a participação de cerca de 120 países.

Maristela Benassi da IBFAN apresentando o tema: Avanços e desafios no monitoramento da NBCAL durante o Seminário  em 18/08/2022 promovido pela VIII Encontro para Promoção, Proteção e Apoio à Amamentação da FSP/USP 
Foto de Lais Folha

Seja você também protagonista no fortalecimento da amamentação.

Encaminhe esse material para uma família, creche ou empresa, para que possamos cada vez mais fortalecer essa rede de apoio tão potente e importante na criação das crianças.

Esse texto foi escrito à várias mãos por:

Ana Garbin

Mãe, Eng de Alimentos, cofundadora da Alimenteia, membra do Sustentarea e parte do Grupo de Extensão do Agosto Dourado FSP USP 2022.

Gabriela Martins

Nutricionista Materno Infantil, Especialista em aleitamento materno (UNIFESP) e Mestre em Saúde Pública (USP)

Laís Folha Peccia

Nutricionista, Mestre em Ciências pela FSP, consultora de amamentação e organizadora do Agosto Dourado da FSP

Luisa M. Simmer

Nutricionista graduada pela UFES, Mestranda em Nutrição e Saúde pelo PPGNS/UFES e parte do Grupo de Extensão do Agosto Dourado FSP USP 2022.

Viviane Laudelino

Nutricionista com mestrado e doutorado pela USP na área de nutrição infantil. É pesquisadora e supervisora no Centro de Saúde Escola Geraldo de Paula Souza da FSP/USP. Atende bebês, mães e gestantes, além de promover cursos de introdução alimentar. Depois de se tornar mãe da Manu, milita na defesa da amamentação e da saúde materno-infantil.

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ODS 14 e 15 | Vida na água e vida terrestre

Já está disponível o 14º episódio da segunda temporada do podcast Comida que Sustenta. 

Neste episódio conversamos sobre o ODS 14 – VIDA NA ÁGUA e o ODS 15 VIDA TERRESTRE

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Convidados

Donovan Franco

Bacharel e licenciado em Ciências Biológicas pelo Instituto de Biociências da USP. Pesquisador sobre Habitats Marinhos, Monitor ambiental avançado certificado pelo Projeto Ecossistemas Costeiros da USP.

André Luis Acosta

Biólogo, Mestre em biodiversidade, Doutor em ecologia e Pós-doutor em saúde pública. Membro e pesquisador no Grupo de Saúde Planetária do IEA/USP e no Instituto Tecnológico Vale de Desenvolvimento Sustentável.

Niklas Weins

Doutorando no programa Ambiente e Sociedade Unicamp, Pesquisador visitante na Wageningen University & Research (WUR) Holanda e Membro do Time Executivo da rede dos Young Ecosystem Services Specialists (YESS).

Naomi Teruya

Estudante de Nutrição na Faculdade de Saúde Pública da USP. Estagiária no Laboratório de Procedimentos e Técnicas Culinárias Aplicados à Nutrição (PTCAN), na mesma Faculdade.

Materiais

Clique e saiba mais sobre os tópicos abordados em cada quadro do episódio!

Neste episódio abordamos uma notícia:

“Crise da biodiversidade está ligada a forma limitada de valorizar a natureza, avaliam cientistas”.

Para desvendar ponto a ponto, veja a matéria na íntegra | agencia.fapesp.br/crise-da-biodiversidade-esta-ligada-a-forma-limitada-de-valorizar-a-natureza-avaliam-cientistas/39095/

 

Saiba mais:

Relatório da Plataforma Intergovernamental de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES) | ipbes.net/media_release/Values_Assessment_Published 

Quer saber mais sobre o ODS 14  – Vida na água?

1. Publicação especial do Sustentarea sobre o ODS 14 | https://www.fsp.usp.br/sustentarea/2020/11/24/ods-14-e-a-vida-na-agua/

2. ODS 14 e a Poluição Marinha | www.fsp.usp.br/sustentarea/2020/11/27/ods-14-e-poluicao-marinha/

3. Acompanhe as métricas no Brasil | odsbrasil.gov.br/objetivo/objetivo?n=14 

 

Quer saber mais sobre o ODS 15 – Vida terrestre?

1. Publicação especial do Sustentarea sobre o ODS 15 | www.fsp.usp.br/sustentarea/2020/12/10/ods-15-vida-na-terra/

2. ODS 15 e o aproveitamento e resíduos| www.fsp.usp.br/sustentarea/2020/12/12/ods-15-e-o-aproveitamento-de-residuos/

3. Acompanhe as métricas no Brasil | odsbrasil.gov.br/objetivo/objetivo?n=15

 

 

Saiba mais:

• Plataforma Intergovernamental de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES) | https://ipbes.net/

• Relatório sobre a conexão (“nexo”) entre biodiversidade, água, comida e saúde | sdg.iisd.org/news/ipbes-assessment-to-explore-biodiversity-water-food-health-nexus/ 

• Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (BPBES) |  www.bpbes.net.br/

Young Ecosystem Services Specialists | www.yess-community.org/ 

Receita | TORREJAS DE ATUM (PANQUECA PERUANA DE ATUM)

 

Ingredientes:

 1 lata de atum 

 1 cebola roxa média (em cubos pequenos)

 2 ovos

 1 xícara de peixinho da horta – em chiffonade  (tiras finas)

 Sal, pimenta do reino, páprica à gosto.

 ¼ de xícara (chá) de farinha de trigo (tipo 1)

 3 ou 4 colheres (chá) de óleo (pode ser o óleo que vêm na lata de atum).

Óleo para fritar.

 

Modo de Preparo:

1. Em um recipiente, separe as claras da gema dos ovos. Em seguida bata as claras até homogeneizar; 

2. Depois disso, adicione o atum, a cebola, as gemas, o peixinho, as especiarias, o óleo e a farinha. E misture até estar homogêneo;

3. Numa frigideira esquente um pouco de óleo e coloque um pouco da massa, como se fosse fazer uma panqueca, aproximadamente meia xícara de massa. Realize todo o procedimento em fogo médio; 

4. Cozinhe um lado por 3 minutos e vire para que cozinhe o outro lado da panqueca por outros 3 minutos ou até que esteja dourada;

5. Repita esse procedimento até que acabe toda a massa e pronto.

 

Dicas:

• Você pode substituir o atum por outro peixe, carne ou frango, ou fazer uma versão vegetariana ao utilizar apenas os vegetais de sua preferência;

Normalmente no Peru este prato costuma ser acompanhado com um pouco de cebola com molho de limão, mas também pode ser acompanhado com vinagrete.

 

Fonte: Naomi Teruya

Instagram: @peruananobrasil

Ficha Técnica

O Comida que Sustenta é uma produção do Sustentarea, com apoio da pró-reitoria de cultura e extensão Universitária da USP

 

Coordenação

Nadine Marques

Apresentação

Pâmela di Christine

Apoio à pauta, roteiro e pesquisa

Nadine Marques, Mariana Hase Ueta e
Pâmela di Christine

Curadoria de receitas

Danielle Freitas 

O Sustentarea é coordenado por Aline Martins de Carvalho e Dirce Marchioni, professoras do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da USP.

Edição

José Vieira dos Santos Júnior

Locução de vinhetas

Daniela Vianna

Trilhas sonoras

Daniela Vianna e Fernando Kuraiem

Materiais de divulgação

Larissa Leal, Valentina Moreira e Gabriele Bernardoni

Desafio ODS Quantos ODS cabem em uma foto (Post para Facebook)

Desafio ODS – Quantos ODS cabem em uma foto?

E ATENÇÃO: O nosso concurso de fotos já está aberto!!

Participe do Desafio ODS – Quantos ODS cabem em uma foto?

Você pode participar de duas formas:

Opção 1. com o envio de 1 foto que represente 1 dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável;
Opção 2. com o envio de 1 foto que reúna o maior número de ODS interconectados na mesma imagem.

As fotografias serão avaliadas por um comitê interno formado pela equipe do Podcast, por meio de arquivos codificados antes da votação. Entraremos em contato por e-mail para informar as fotos selecionadas antes do lançamento do livro (previsto para o final de setembro de 2022).

O prazo vai até 16/09, então NÃO PERCA TEMPO! Calibre seu olhar e participe!!

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5 livros sobre alimentação sustentável que todo mundo deveria ler – parte 1

5 livros sobre alimentação sustentável que você precisa ler!

A versão digital do livro “Da Fome à Fome” está disponível gratuitamente para download através do link 

E o nosso Manifesto está disponível gratuitamente para download em nosso site!

Conhece algum livro sobre o tema que não colocamos aqui? Indica para gente nos comentários 

Post por: Ingrid Watson (@ingridwatson.nutri) e Karina Ejiri (@karinaejiri)

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Benefícios dos chás no inverno

Quem aqui também ama um chá? 

As bebidas quentes aquecem não só o nosso corpo mas a nossa alma também, principalmente quando preparados ou compartilhados com alguém que amamos.

Prepara-los da maneira mais natural possivel, utilizando folhas e frutos tem a capacidade de auxiliar a nossa saúde devido aos seus famosos compostos antioxidantes, seja com a melhora na digestão, do sono, do nosso humor ou reduzindo a retenção.

Preparamos esse post especialmente para compartilhar algumas das melhores receitas de chás.

Quer descobrir mais receitas de chás?

Aproveite para baixar gratuitamente o nosso livro dos chás no através desse link (clique aqui para baixar)

Post por: Ingrid Watson (@ingridwatson.nutri)

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3 locais para encontrar PANC em São Paulo

Você já viu vários posts por aqui falando sobre diversas PANC e ficou com a dúvida de onde encontrar essas plantas?

Então vem conferir esse post em que trouxemos 3 dicas de lugares para você colher suas PANC de forma totalmente gratuita na cidade de São Paulo!

📍 Horta da Faculdade de Medicina da USP – Av. Doutor Arnaldo, 455 – Pacaembu

📍 Horta das Flores – Av. Alcântara Machado, 2200 – Brás

📍 Horta das Corujas – Av. das Corujas, 39 – Sumarezinho

 

Comenta aqui nos comentários se você conhece outros lugares para encontrar PANC por SP ou em outras cidades 😉

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3 Receitas com Abóbora

No mês de Agosto a safra de abóbora está em alta e por isso nós trouxemos 3 receitas para você variar o consumo desse alimento no seu dia a dia!

Todas as receitas foram feitas e testadas por nós do Sustentarea.

Aproveita para contar para gente outras formas que você gosta de usar a abóbora!

ODS 13 - facebook e página (1)

ODS 13 | Ação Contra a Mudança Global do Clima

Já está disponível o 13º episódio da segunda temporada do podcast Comida que Sustenta. 

Neste episódio conversamos sobre o ODS 13 – AÇÃO CONTRA A MUDANÇA GLOBAL DO CLIMA

Aperta o play!

ODS 13 - facebook e página

Convidados

Gabriela di Giulio

Professora associada do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da USP. Pesquisadora visitante no Departamento de Política da Universidade de York, no Reino Unido.

Tatiana Camargo

Professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e coordenadora do Programa Brasileiro de Embaixadores de Saúde Planetária do IEA/USP.

Ytaynuwy Guajajara

Membro da Aldeia Bacurizinho, terra indígena do município de Grajaú, no Maranhão. Atualmente é graduando no curso de Nutrição na Universidade Federal de Goiás (UFG).

Materiais

Clique e saiba mais sobre os tópicos abordados em cada quadro do episódio!

Neste episódio abordamos uma notícia:

Preservar a Amazônia custa 7 vezes menos que manter áreas naturais na Europa”.

Para desvendar ponto a ponto, veja a matéria na íntegra | www.uol.com.br/ecoa/colunas/noticias-da-floresta/2022/06/22/preservar-80-da-amazonia-custa-7-vezes-menos-do-que-europa-gasta-para-pres.htm 

 

Saiba mais:

Site ClimaInfo com notícias, estudos e pesquisas sobre os vários temas relacionados às mudanças do clima, além de um boletim diário | climainfo.org.br/ 

• Estudo publicado na revista científica Perspectives in Ecology and Conservation | www.perspectecolconserv.com/en-minimum-costs-conserve-80-brazilian-avance-S253006442200027X?referer=buscador 

Quer saber mais sobre o ODS 13 – Ação contra a mudança global do clima?

 

1. Livro digital Sustentarea – Precisamos falar sobre as mudanças climáticas | fsp.usp.br/sustentarea/2020/12/17/e-book-sobre-mudancas-climaticas-ja-disponivel/ 

2. Publicação especial do Sustentarea sobre o ODS 13 | fsp.usp.br/sustentarea/2020/11/09/ods-13-e-as-mudancas-climaticas/ 

3. Semana especial – Vamos falar sobre mudanças climáticas? | fsp.usp.br/sustentarea/category/ods/especial-ods-13/ 

4. Acompanhe as métricas no Brasil | odsbrasil.gov.br/objetivo/objetivo?n=13 

 

Estudos recomendados pela Professora Gabriela di Giulio

Bridging the gap between will and action on climate change adaptation in large cities in Brazil | link.springer.com/article/10.1007/s10113-019-01570-z

Urban adaptation index: assessing cities readiness to deal with climate change | link.springer.com/article/10.1007/s10584-021-03113-0

Saiba mais:

Programa Embaixadores de Saúde Planetária | www.instagram.com/embaixadoressaudeplanetaria/

Canal Embaixadores de Saúde Planetária | www.youtube.com/channel/UCCpmYe2YH1F3Tiavdqm8L6A 

Receita | MINGAU DE ABÓBORA

 

Ingredientes:

1 abóbora 

água

sal ou açúcar a gosto

 

Modo de Preparo:

1. Descasque e corte a abóbora em cubos;

2. Em uma panela, coloque a abóbora, cubra com água e leve para cozinhar até que fique macia;

3. Amasse a abóbora e adicione água aos poucos, até virar um mingau;

4. Adicione sal ou açúcar a gosto e sirva.

 

Dicas:

Adicione farinha de mandioca ao mingau.

 

Fonte: Ytaynuwy Guajajara

Ficha Técnica

O Comida que Sustenta é uma produção do Sustentarea, com apoio da pró-reitoria de cultura e extensão Universitária da USP

 

Coordenação

Nadine Marques

Apresentação

Pâmela di Christine

Apoio à pauta, roteiro e pesquisa

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Pâmela di Christine

Curadoria de receitas

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O Sustentarea é coordenado por Aline Martins de Carvalho e Dirce Marchioni, professoras do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da USP.

Edição

José Vieira dos Santos Júnior

Locução de vinhetas

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